Há uma transformação silenciosa — e perigosamente normalizada — a acontecer no nosso quotidiano. Uma transformação que, sob o disfarce da modernidade, da eficiência e da inovação tecnológica, empurra o cliente para um papel cada vez mais estranho: o de trabalhador não remunerado que, paradoxalmente, continua a pagar — e muitas vezes mais — por serviços progressivamente piores.
O lema implícito parece ser este: faça você mesmo… e pague por isso.